"Nous sommes anarchistes parce qu'il est absolument impossible d'obtenir justice pour tous de quelque autre façon qu'en détruisant les institutions fondées sur la force et le privilège."
"Pourquoi nous sommes anarchistes" ("Por que somos anarquistas"), publicado em 1891.
Boletim Operario
Iniciamos os trabalhos de divulgação da XVI Feira Anarquista de São Paulo. Acontecerá dia 12 de dezembro de 2026 na ARCO Escola-Cooperativa.
Arte cartaz XVI Feira Anarquista de SP - créditos: @willie77 Pintura acrílica no fundo, em base de papelão, colagem das escritas, e Virgínia Boltein desenhada com grafite em papel.
Acompanhem as informações pela nossa pagina @feiraanarquistasp
E, caso queira colaborar financeiramente, o nosso pix é: feiraanarquista@gmail.com
Como forma de ampliar a divulgação e a participação das pessoas na construção da Feira Anarquista de São Paulo, estamos convidando artistas (amadores ou profissionais) para criar um cartaz para a divulgação da Feira.
As sugestões de temas para os cartazes deste ano são as seguintes:
100 anos do nascimento Jaime Cubeiro
90 anos da Revolução Espanhola
120 anos do Congresso Operário
140 anos do Primeiro de Maio
150 anos do nascimento de Virgínia Bolten
150 anos da morte de Mikhail Bakunin
20 anos dos Crimes de Maio
Mas são apenas sugestões! Não existe restrições a criação artística. Solicitamos que por favor, evitem a utilização de IA.
Para participar, envie seu trabalho para: feiraanarquista@gmail.com (coloque sua @ pra gente divulgar nas redes também).
Todos os trabalhos realizados e enviados para o e-mail – até Novembro – serão exibidos em uma exposição realizada durante a Feira.
❗ Formato do Cartaz:
– Impressão: A3 (29,7cm x 42,0cm ou 3508px x 4961px)
– Internet: 1080px x 1080px
❗ Informações que devem constar no cartaz:
– Título: XVI Feira Anarquista de São Paulo
– Data: 12 de dezembro de 2026
– Horário: 10h – 19h
– Local: ARCO Escola-Cooperativa, Rua Corinto, 652 – Butantã, São Paulo/SP
– Organização: Biblioteca Terra Livre | Centro de Cultura Social | Nelca
“Não queremos ser musas, nem sombras; queremos ser companheiras.”
Lucía Sánchez Saornil
"Também fui atingida pela Lei de Residência; aos meus 18 anos, a polícia considerou-me um elemento perigoso para a tranquilidade do capitalismo e do Estado, e deportou-me."
— Juana Rouco Buela
“A coragem de pensar é o começo da ação.” Voltairine de Cleyre
“Não sou apenas uma anarquista; sou uma individualista apaixonada pela liberdade.”
VOLTAIRINE DE CLEYRE
“O anarquismo não é a negação da organização, mas a negação da autoridade.”
Luce Fabbri
A liberdade não é um estado definitivo; é uma conquista cotidiana.
Luce Fabbri
“A liberdade é sempre perigosa, mas é a coisa mais segura que possuímos.” Voltairine de Cleyre
“Somos escravos do salário enquanto aceitarmos as condições impostas.”
“O espírito de liberdade é o espírito que não tem certeza de estar certo.”
Voltairine de Cleyre
“Educar para a liberdade é ensinar a pensar sem medo.”
Luce Fabbri
"De rebeldia em rebeldia, contra as mentiras e contra as hipocrisias, cheguei até o anarquismo, abracei o ideal mais humanitário que existe nas sociedades modernas, convenci-me de que só por ele a humanidade poderá chegar a um destino mais feliz." MOTA, Benjamim. Rebeldias. São Paulo: Tipografia Brasil, 1898.
"Só caminha para a emancipação quem se coloca fora da lei, fora dos prejuízos, dos dogmas, dos preconceitos religiosos e sociais — para conhecer-se, para realizar-se."
Maria Lacerda de Moura
Amai e... Não vos multipliqueis, 1932.MOURA, 1932, p. 39).
Massacre de Bay View — 5 de maio de 1886 (Milwaukee, Wisconsin)
Em 5 de maio de 1886, no bairro industrial de Bay View, na cidade de Milwaukee, trabalhadores em greve pela jornada de oito horas marcharam em direção às fábricas locais como parte do amplo movimento grevista que se seguiu aos protestos de maio de 1886 nos Estados Unidos. Ao se aproximarem da Milwaukee Iron Company Rolling Mill, a milícia estadual recebeu ordem para impedir o avanço dos manifestantes e abriu fogo contra a multidão desarmada. O ataque resultou na morte de sete trabalhadores, incluindo um adolescente, e deixou vários feridos, tornando-se um dos episódios mais trágicos da luta operária norte-americana naquele período.
Fonte bibliográfica:
The Bay View Massacre.
Trabalhadores
Armazém de Café
Cidade (Porto) de Santos
Fonte:
BELLI, B. Il Café. Ulrico Hoepli, Milano, 1910. Página 377.
Crianças, Trabalhadoras e Trabalhadores
Lavoura do Café
Estado de São Paulo - BRAZIL
Fonte:
BELLI, B. Il Café. Ulrico Hoepli, Milano, 1910. Página 33.
Costureiras de Sacos
Santos - SP
FONTE:
Jornal "A Tribuna"
6 de abril de 1930
Maquinas de rebeneficiamento da Companhia Central de Armazéns Gerais. São Paulo Moderno, 1919, p.114.
Trabalhadores
Ensacamento de Café
Fonte:
“Da S. Paolo in “Fazenda” (Vol. II - 1906)
Trabalhadores
Ensaque do Café
Porto de Santos
Estado de São Paulo
"A nossa missão é de sementeiras. Lancemos a semente a mancheias, sem indagar se o terreno é ou não propício. A semente germinará onde encontrar um átomo de terra fértil."
Maria Lacerda de Moura
“Eu queria participar da revolução das mulheres que está se construindo aqui e lutar, e me juntar também à luta armada contra as forças do fascismo e os inimigos da revolução. E agora estou muito feliz e orgulhoso de ir para Afrin para poder fazer isso” Anna Montgomery Campbell
“A liberdade não é filha da ordem; a ordem é filha da liberdade.” Proudhon
Em abril de 1886, na cidade industrial de East St. Louis, ocorreu um episódio sangrento ligado à grande greve ferroviária do Sudoeste. Trabalhadores ferroviários haviam aderido a uma paralisação em solidariedade aos grevistas das companhias ligadas ao magnata Jay Gould. Em 9 de abril, durante um confronto entre operários e agentes armados que protegiam um trem de carga, os guardas abriram fogo contra a multidão, matando seis trabalhadores e civis. O episódio provocou revolta popular e incêndios em pátios ferroviários, tornando-se um dos episódios mais violentos da greve de 1886
Great Southwest Railroad Strike and Free Labor.
Trabalhadores de Prancha
Porto de Santos
Estado de São Paulo
Trabalhadores
Fonte:
“Da S. Paolo in “Fazenda” (Vol. II - 1906)
Catadeiras de Café
Porto da Cidade do Rio de Janeiro
Catadeiras & Ensacadores de Café
Santos - SP
Ano 1928
AUTOR:
Theodor Preising
Catadeiras de Café
Araraquara - SP
Catadeiras de Café
Fonte:
Blog Família SARNO
@asnegasdoziriguidum
Trabalhadora doméstica etíope de 34 anos que fugiu de uma casa de alto padrão em Florianópolis após denunciar situação análoga à escravidão receberá R$ 10 mil após acordo firmado pelo Ministério Público do Trabalho. Segundo as investigações, ela veio ao Brasil por intermédio de uma agência em Dubai, nos Emirados Árabes, com promessa de salário e jornada regular, mas relatou viver sob jornadas exaustivas, violência física e psicológica, retenção de documentos e isolamento social pelo empresário Fabricio Saltini e a companheira dele, Nour Salem.
A vítima fugiu durante a noite levando apenas um celular, as roupas do corpo e chinelos. Sem falar português, ela pediu ajuda usando ferramentas de tradução no celular. Segundo auditores fiscais, a trabalhadora ficava à disposição da família praticamente 24 horas por dia e teve o passaporte retido pelos empregadores.
🎥 Reprodução: Arquivo/Redes Sociais
📍 Siga @asnegasdoziriguidum
#asnegasdoziriguidum
P 36
"Você esqueceu? Nós Não"
Tragédia da plataforma P-36 da Petrobras, ocorrida em 15 de março de 2001 na Bacia de Campos, causou a morte de 11 trabalhadores e o posterior afundamento da unidade. A maior plataforma de petróleo do mundo na época sofreu duas explosões...
Até hoje, ninguém foi responsabilizado criminalmente pela tragédia da plataforma P-36 da Petrobras. Apesar de investigações técnicas e institucionais, não houve punições judiciais ou condenações formais.
P 36
"Você esqueceu? Nós Não"
Tragédia da plataforma P-36 da Petrobras, ocorrida em 15 de março de 2001 na Bacia de Campos, causou a morte de 11 trabalhadores e o posterior afundamento da unidade. A maior plataforma de petróleo do mundo na época sofreu duas explosões...
Até hoje, ninguém foi responsabilizado criminalmente pela tragédia da plataforma P-36 da Petrobras. Apesar de investigações técnicas e institucionais, não houve punições judiciais ou condenações formais